e depois…

 

beachA volta à casa trouxe verdades inesperadas.

Ah, eu vi! Mais de uma vez, ainda! Uma libélula pousou na cortina, depois de debater-se pela sala, desnorteada pela luz artificial.

Outra, voou pela tarde que tornava-se crepúsculo na praia. 

Um cantarolar inocente, por um amigo ao meu lado, de madrugada no jogo de cartas. Não doeu, apenas espantei-me, e foi ato reflexo. Aquela música. Pra quê? 

Pra que eu ponderasse.

O nome que eu disse a mim mesma surpreendeu-me, e um meio sorriso se abriu em meu rosto.

A saudade que eu posso matar. A saudade de quem sei que estava aqui o tempo todo.  Há o esforço pendente, há o medo enclausurado e há a incerteza; 

mas o aconchego do teu abraço e as conversas em silêncio fizeram falta, ah, fizeram!

And how soon is now?

 

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~ por Mari em 29 de dezembro de 2008.

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