dois mil e oito “eu te amos”
Dois mil e oito foi um ano de amor.
Amores, amores, amores. De todas as formas.
Ouvi “eu te amos” engasgados, gritados, verdadeiros, falsos, passageiros e eternos.
Disse os gritados, verdadeiros e eternos, e engoli ainda mais os engasgados. Comigo, não há “eu te amo” passageiro, e os falsos, eu tento não dizer mais.
Então, agora eu grito para todos os que merecem (e são muitos!):
Eu os amo, com todo o meu ser, e amo cada osso e cada poro dos vossos corpinhos. Amo cada processo mental, e cada baboseira proferida.
Amo, amo, amo!
E amo ser amada também. Amo que se esforcem por mim. Amo que sigam minhas dicas literárias, amo que ouçam Pure Reason Revolution, e amo que me queiram para partilhar dos momentos mais íntimos, mesmo que particularmente sórdidos (hehehe, não, e eu não te desculpo, lol).
Amo hoje e pra sempre cada uma dessas alminhas malditas que cruzaram meu caminho em 2008.
E tudo o que eu mais quero, é que essas mesmas alminhas estejam ainda mais grudadas na minha em 2009, e pra sempre.
Que venha um ano de mais amores. E que meu coração exploda, mas que eu sinta, sinta e sinta!
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E um recado da Ângela: “Nunovo BUM!” ( por causa dos fogos. )

“Nunovo BUM!” pra vc´s tb! ^^
Rogério disse isso em 5 05UTC Janeiro 05UTC 2009 às 4:23 am