e depois…
A volta à casa trouxe verdades inesperadas.
Ah, eu vi! Mais de uma vez, ainda! Uma libélula pousou na cortina, depois de debater-se pela sala, desnorteada pela luz artificial.
Outra, voou pela tarde que tornava-se crepúsculo na praia.
Um cantarolar inocente, por um amigo ao meu lado, de madrugada no jogo de cartas. Não doeu, apenas espantei-me, e foi ato reflexo. Aquela música. Pra quê?
Pra que eu ponderasse.
O nome que eu disse a mim mesma surpreendeu-me, e um meio sorriso se abriu em meu rosto.
A saudade que eu posso matar. A saudade de quem sei que estava aqui o tempo todo. Há o esforço pendente, há o medo enclausurado e há a incerteza;
mas o aconchego do teu abraço e as conversas em silêncio fizeram falta, ah, fizeram!
And how soon is now?

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